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Startup brasileira mira no equity crowdfunding para alavancar outras empresas

 


Iniciativas voltadas ao financiamento coletivo tem se tornado cada vez mais conhecidas e responsáveis por transformar protótipos engenhosos em produtos inovadores e, muitas vezes, rentáveis. 

Modalidade menos popular no Brasil é aquela que busca no coletivo uma alternativa para lançar empresas nascentes. Chamado de equity crowfunding, o modelo, segundo analistas de mercado, tende a conquistar não só empreendedores quanto novos investidores e gerar um impacto econômico na casa de bilhões. 

Em resumo, o equity crowfunding é uma oferta pública de valores mobiliários que uma startup disponibiliza para um grupo de investidores. No caso da modalidade, ao invés de o investidor receber recompensas - como acontece no crowdfunding "tradicional", o contribuinte recebe uma participação acionária ou um título de dívida, que pode ser conversível em ações da empresa apoiada. Não trata-se de um financiamento, mas sim uma forma de investimento atrelado ao desempenho da empresa investida. Todo o processo é regrado por meio de um contrato a ser firmado entre os investidores e a startup. 

E sua perspectiva de crescimento é otimista. De acordo com levantamento realizado pelo Crowdsourcing.org, o mercado de crowdfunding levantou em 2014 mais de 16 bilhões de dólares no mundo todo. A estimativa para esse ano é de US$ 30 bilhões. A fatia para o equity crowdfunding ficou com US$ 1,1 bilhão em 2014, com previsão de superar o dobro para 2015. 

No Brasil, algumas iniciativas começam a despontar, ganhando a atenção desde jovens empreendedores a investidores iniciantes e experientes. 

Start Me Up é uma delas. A plataforma de equity crowdfunding criada por brasileiros e lançada oficialmente em outubro desse ano recorreu ao próprio modelo de investimento para posicionar-se no mercado. Em apenas 19 dias conseguiu bater a meta inicial de R$ 300 mil reais e atrair 36 investidores de todo o Brasil. 

Segundo os criadores, o valor arrecado será usado para expansão da empresa, além de criar uma nova versão do sistema que a startup utiliza. O objetivo é criar um ambiente de investimento para a pós-captação, onde o investidor poderá acompanhar o investimento e o empreendedor possa se comunicar com ele, tornando todo o processo mais transparente, explica Diego Perez, advogado e um dos quatro sócios da Start Me Up em entrevista ao IDG Now! 

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